Conectados, Dependentes e Vulneráveis

Vivemos num mundo cada vez mais conectados e dependentes da tecnologia. A cada dia plugamos mais dispositivos e nossas vidas no Grid de Informações Global, seja através de computadores, celulares, elevadores, redes sociais, cartão de crédito, cartão de ônibus ou até mesmo carros inteligentes. Dessa forma nos tornamos mais vulneráveis para aqueles que sabem como explorar as tecnologias utilizadas e explorar para obter vantagens sobre as demais pessoas.

Simplesmente, Quanto tudo está conectado, todos estão vulneráveis.

Atualmente as pessoas confiam suas vidas digitais, como seus documentos, fotos e vídeos pessoais a seus computadores, tabletes e smartphones. Entretanto não nos damos conta de como é fácil para que todos estes dispositivos possam ser acessados por terceiros, quer seja, utilizando serviços como Dropbox, iCloud ou OneDrive para guardar seus documentos e serviços como “Find My Phone” para proteger seus dispositivos contra roubo.

O que muitos não se deram conta é que todos estes serviços são protegidos por senhas, e quase todos estes serviços possuem uma área de suporte ao cliente que lhe permite “recuperar a sua senha” em caso de perda. Lamentavelmente a maioria das pessoas utilizam a mesma senha para diversos serviços. Assim sendo ao criar seu usuário e senha em um site controlado por criminosos, estes podem facilmente deduzir que esta mesma senha é utilizada em outros serviços populares e acessar o seu e-mail e outras contas de serviços online.

Analisando seus dados nas redes sociais podem identificar as informações necessárias para acessar as suas contas, como nome da mãe, equipe de futebol preferida, etc. Caso não consigam, podem simplesmente  ligar para você se fazendo passar como una área de suporte de una empresa prestadora de serviços para tentar solucionar um problema técnico em seu serviço e fazer algumas perguntas para checar se você é realmente o proprietário desta conta. Com estas informações podem voltar ao sistema de atendimento ao cliente e acessar os seus dados.

Algumas pessoas fazem isso por “lulz” (Plural de lol (Laught out loud) (muitas risadas), originalmente uma exclamação, é usado como razão para se fazer qualquer coisa, de trolação a estupros) uma forma sarcástica de diversão, onde arrasam a vida de uma pessoa apenas porque podem fazer isso. Podemos citar casos já ocorridos com pessoas que tiveram toda a sua vida digital invadida e destruída em poucos minutos, contudo pouco foi feito até o momento para melhorar os sistemas de “proteção” do usuário.

Alguns destas situações parecem engraçadas e ademais do grande dissabor, pouco afetam a nossa “vida real”. Porém com a vida cada vez mais conectada e plugada na rede, o que aconteceria se alguém decidisse “brincar” com os dispositivos médicos em seu corpo, como por exemplo alterando o funcionamento do seu marca-passo? Desabilitar o freio do seu carro? Apagar todas as luzes de uma cidade? Ou mesmo controlar remotamente uma usina nuclear?

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Musicbrainz Database

  1. Install package

sudo apt-get install python-psycopg2 python postgresql

 

git clone https://github.com/lalinsky/mbslave.git

  1. Make sure you have Python and psycopg2 installed.
  2. Setup a database and create mbslave.conf by copying and editing mbslave.conf.default. If you are starting completely from scratch, you can use the following commands to setup a clean database:
    sudo su - postgres
    createuser musicbrainz
    createdb -l C -E UTF-8 -T template0 -O musicbrainz musicbrainz
    createlang plpgsql musicbrainz
    
  3. Prepare empty schemas for the MusicBrainz database and create the table structure:
    echo 'CREATE SCHEMA musicbrainz;' | ./mbslave-psql.py -S
    echo 'CREATE SCHEMA statistics;' | ./mbslave-psql.py -S
    echo 'CREATE SCHEMA cover_art_archive;' | ./mbslave-psql.py -S
    echo 'CREATE SCHEMA wikidocs;' | ./mbslave-psql.py -S
    echo 'CREATE SCHEMA documentation;' | ./mbslave-psql.py -S
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/CreateTables.sql | sed 's/CUBE/TEXT/' | ./mbslave-psql.py
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/statistics/CreateTables.sql | ./mbslave-psql.py
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/caa/CreateTables.sql | ./mbslave-psql.py
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/wikidocs/CreateTables.sql | ./mbslave-psql.py
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/documentation/CreateTables.sql | ./mbslave-psql.py
    
  4. Download the MusicBrainz database dump files from http://ftp.musicbrainz.org/pub/musicbrainz/data/fullexport/
  5. Import the data dumps, for example:
    ./mbslave-import.py mbdump.tar.bz2 mbdump-derived.tar.bz2
    
  6. Setup primary keys, indexes and views:
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/CreatePrimaryKeys.sql | ./mbslave-psql.py
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/statistics/CreatePrimaryKeys.sql | ./mbslave-psql.py
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/caa/CreatePrimaryKeys.sql | ./mbslave-psql.py
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/wikidocs/CreatePrimaryKeys.sql | ./mbslave-psql.py
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/documentation/CreatePrimaryKeys.sql | ./mbslave-psql.py
    
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/CreateIndexes.sql | grep -vE '(collate|page_index|medium_index)' | ./mbslave-psql.py
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/statistics/CreateIndexes.sql | ./mbslave-psql.py
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/caa/CreateIndexes.sql | ./mbslave-psql.py
    
    ./mbslave-remap-schema.py <sql/CreateViews.sql | ./mbslave-psql.py
    
  7. Vacuum the newly created database (optional)
    echo 'VACUUM ANALYZE;' | ./mbslave-psql.py
    

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Download Files via PowerShell

The Invoke-WebRequest is used as weget method on Linux and the script below can get a serie of files on our web server and write to our local disk.

for($i=1; $i -le 10; $i++) {
    for($j = 1; $j -le 5; $j++) {
        $strFileName="File_" + $i.ToString() + "_"+ $j.ToString() + ".jpg"

        Invoke-WebRequest http://exemplo.com/$strFileName -OutFile c:\Temp\$strFileName 

    }
}

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